Continuo a tentar espremer estas letras
Que se juntar consigo compreender.
Há algo que me deixa
De uma forma incrivelmente inútil.
Algo que me desilude
E me deixa inferior a todos.
Esse algo é a palavra.
Que nunca te disse
Que nunca te soube explicar…
Essa palavra, ao qual chama-se literalmente,
Deixa me pior pessoa.
Se ainda me posso chamar de pessoa.
Tanto mudou, tão pouco permaneceu,
e eu no meio desta espiral de acontecimentos
Mudo, permaneço e caiu.
Se é a palavra que tanto me confronta
Nesta luta de felicidade ou alegria
Que posso fazer para procura-la?
Nada! O silêncio seguiu primeiro o caminho
E o mal, pior que mal feito foi inacabado.
Agora, atormentada por uma palavra que não disse
E que nem sequer um olhar consigo dar,
Peço a ti, que de culpa jamais te atribuiu,
Perdão.
Agora que conheces o terrível,
O mal já não te receia.
Sabes quem és,
A palavra está dita…
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