Aquela noite.
Não sei explicar.
Foi estranha.
Parecia que estava a lidar contigo como se conhecesse melhor que eu própria.
Identifiquei-me logo.
Aproximamo-nos e tudo continuava normal, único, sem pressa.
“Rulou”
Havia momentos em que não queria saber de mais nada.
Eras tu.
Abraços, brincadeiras, tudo parecia de longa data.
Mas foi a estreia, foi aquela noite.
Quando disseste que ias embora,
Tudo em mim dizia que não podias ir
E ficamos longos momentos a olhar,
Como se nunca fosse a altura certa para ires.
Mas foste,
No entanto para mim ficaste.
E já não sais.
Foi o sonho, aquela conversa, e o teu olhar que me disse
Esta na altura, é agora que vou seguir com a minha vida.
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