
Abre-me os olhos
Procura-te lá.
Consegues ver?
Não! Já não estas lá.
Fugiste,
Com essas manias de coitado
Com essas lágrimas que não rebentam à minha beira
E depois voltas,
Como se fosse o teu ultimo dia,
Como se quisesses voltar a sentir-me
Mas afinal, só querias castigar-me.
Volta para ela, mostra a tua felicidade,
Sente o que sinto, piedade.
Deixa-me débil,
Quero sentir essa fúria,
Quero ver-te magoado,
Mas nem isso vejo…
E agora, já te encontras-te ?
Então abre-me os olhos.
Procura-te lá.
Consegues ver?
Não! Já não estas lá.
Fugiste,
Com essas manias de coitado
Com essas lágrimas que não rebentam à minha beira
E depois voltas,
Como se fosse o teu ultimo dia,
Como se quisesses voltar a sentir-me
Mas afinal, só querias castigar-me.
Volta para ela, mostra a tua felicidade,
Sente o que sinto, piedade.
Deixa-me débil,
Quero sentir essa fúria,
Quero ver-te magoado,
Mas nem isso vejo…
E agora, já te encontras-te ?
Então abre-me os olhos.
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